Sistemas sob medida · Processos críticos
Quando nenhum produto se encaixa, construímos o sistema de que a operação da empresa precisa.
Portais, fluxos de aprovação, cotadores, aplicativos e a operação interna que hoje vive em planilhas e e-mails. Construímos, conectamos ao ERP, ao sistema central e aos canais da empresa e entregamos funcionando, com o código e a documentação no repositório da empresa, em nome da empresa.
Antes de escrever uma linha, avaliamos junto com a empresa se já existe algo que resolva. Construir é a resposta apenas quando faz sentido.
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Quando o sistema não se parece com a operação
A empresa faz algo de um jeito que nenhum pacote traz de fábrica: como cota, como autoriza, como atende os corretores ou como concilia o que vende com o que recebe. Enquanto isso, o trabalho é sustentado por uma planilha que só uma pessoa entende, uma cadeia de e-mails e alguém que passa dados de um sistema para outro à mão.
Isso funciona até que essa pessoa saia, o volume dobre ou um auditor pergunte quem aprovou o quê e quando. Aí o que custava pouco passa a custar em erros, em tempo e em clientes que esperam.
Sintomas que a operação da empresa já conhece
«Essa parte da operação vive numa planilha que só uma pessoa entende.»
Diretoria-geralo negócio depende da memória de alguém.
«As aprovações andam por e-mail e ninguém sabe em que etapa a solicitação parou.»
Operaçõestrabalho parado sem que ninguém perceba.
«Compramos um sistema, mas metade da operação continuamos resolvendo por fora.»
Finançaspaga-se a licença e, além dela, o trabalho manual.
«Cada mudança no sistema que nos fizeram é um projeto, e quem o programou já não está.»
Tecnologiaum sistema em que ninguém se atreve a mexer.
«Nossos corretores ou clientes pedem um portal e mandamos PDF por WhatsApp.»
Comerciala concorrência atende mais rápido.
Primeiro a solução, depois o código
Não começamos por quantos programadores são necessários nem por qual tecnologia usar. Começamos por outra pergunta: o que precisa deixar de acontecer na operação da empresa? Às vezes a resposta é configurar o que ela já tem. Às vezes é um dos nossos produtos. E quando de fato é preciso construir, construímos.
Se o que a empresa tem já resolve.
Dizemos isso e ajudamos a configurar ou a conectar, sem vender um projeto de que a empresa não precisa. Convém quando o problema é de uso ou de conexão, não de capacidade.
Se um produto cobre uma parte.
Retícula, Pauta e Cuadre reúnem o que se repete de uma empresa para outra em vários setores. A parte que cobrem é configurada em vez de programada. Convém quando o processo se parece com o de muitas empresas.
Se de fato é preciso construir.
Construímos sob medida, conectado aos sistemas da empresa e com tudo de que a equipe precisa para mantê-lo. Convém quando esse processo é justamente o que distingue a empresa, ou o que hoje a freia.
O que construímos
O que construímos depende do problema, não de um catálogo. Estes são os casos mais frequentes.
Para clientes, corretores e fornecedores
Para a operação interna
Para o que a empresa já tem
Partimos dos sistemas e processos que hoje funcionam para a empresa. Substituir algo só é considerado quando já não convém mantê-lo.
Como construímos
Entendemos o problema.
Vemos como é feito hoje, quem faz, onde se perde tempo ou dinheiro e o que teria que acontecer para dizer que ficou resolvido.
Acordamos o escopo.
O que se constrói primeiro, o que fica para depois, como cada parte é aceita e quanto custa, antes de começar.
Entregamos por partes.
A empresa vê cada parte funcionando, em um ambiente de testes, antes de passar para a seguinte. O que não serve é corrigido cedo, não no final.
Entregamos o sistema.
Operando, com o código, os testes e a documentação, e a passagem para quem vai operá-lo.
Pode ser um projeto com escopo fechado ou uma equipe que constrói junto com a empresa, por etapas. Decidimos juntos, conforme a clareza do escopo.
O que é da empresa ao final
O sistema operando.
Testado contra os critérios de aceite acordados e conectado aos sistemas da empresa.
O código, em nome da empresa.
No repositório da empresa, não no nosso. Se amanhã a empresa quiser que outra equipe o mantenha, poderá fazê-lo.
Os testes automáticos.
Para que cada mudança futura seja revisada antes de ser liberada.
A documentação.
O que faz, como está montado, como se instala e o que fazer se algo falhar.
A passagem para a equipe da empresa.
Sessões e materiais para quem vai operá-lo. Se depois a empresa preferir que nós o operemos, isso é acordado à parte.
Por que tantos sistemas sob medida acabam em resgate
Programar um sistema é a parte fácil. O difícil é manter o controle sobre ele quando mudam a operação, o volume, a regulação ou os sistemas com que se conecta. Isso exige:
Entender a operação antes da tela.
Um sistema que copia a planilha tal qual copia também os erros dela.
Conectar sem quebrar o que já funciona.
O ERP e o sistema central têm regras, horários e limites. É preciso respeitá-los, não contorná-los.
Que cada mudança possa ser testada.
Sem testes automáticos, cada ajuste é uma aposta, e o sistema congela por medo.
Que não dependa de uma pessoa.
Nem de quem o programou, nem de quem o usa: documentado e em nome da empresa.
Saber quando não construir.
O que um produto já resolve bem não precisa ser programado de novo.
Por isso o êxito é acordado desde o início, com sinais que a empresa pode observar: aprovações com rastro, menos redigitação, o processo à vista, respostas mais rápidas.
Já construímos
Em duas décadas, construímos sistemas sob medida para bancos, seguradoras, indústria e varejo no México. Alguns exemplos:
O fluxo com que um fabricante de ferramentas autoriza os desenhos dos produtos, passo a passo e com o rastro de cada aprovação.
Cotadores e emissores on-line de automóvel, vida, despesas médicas e danos para a rede de corretores e o canal bancário de seguradoras, incluindo cotadores que o vendedor usa sem rede.
Simuladores de poupança para a aposentadoria, a educação e o investimento, e o portal em que o segurado consulta o estado dos fundos.
A validação de identidade de um banco no México, incluindo a consulta ao INE.
As interfaces que conectaram o sistema central de uma seguradora ao novo ERP da seguradora.
O que se repete vira produto
Retícula, Pauta e Cuadre reúnem o que vemos se repetir de uma empresa para outra. Na prática, significa algo concreto: se parte do que a empresa precisa já está em um deles, essa parte é configurada, não programada, e o projeto sob medida se concentra no que de fato é só dela.
Seguradora ou financeira que precisa lançar produtos e mudar tarifas sem um projeto de TI?
PautaA operação completa, da oferta à cobrança?
RetículaFaturamento e fechamento com o SAT?
CuadreComo começar
Primeira conversa, sem custo
Projeto com escopo e entregável acordados
Perguntas frequentes
- O código é da empresa?
- Sim. Fica no repositório da empresa e em nome dela, com a documentação, e o contrato deixa explícitos a titularidade, os componentes de terceiros e as licenças deles. A empresa decide quem o mantém.
- Preço fechado ou por etapas?
- Se o escopo está claro, preço fechado com critérios de aceite. Se ainda está sendo definido, por etapas curtas que a empresa aprova uma a uma. Vemos isso na primeira conversa.
- E se já existe um sistema sob medida em que ninguém quer mexer?
- Começamos por revisá-lo e documentá-lo. Depois decidimos com a empresa se convém consertá-lo, substituí-lo por partes ou levar essa parte para um dos nossos produtos.
- Conecta com o ERP ou com o sistema central?
- Sim, pelas interfaces que o próprio fabricante oferece, para não deixar desenvolvimentos dentro do ERP que atrapalhem as atualizações. Quais interfaces e permissões são necessárias, e quem as concede do lado da empresa, fica escrito no escopo.
- Quem opera depois?
- A equipe da empresa, com a documentação e a passagem; ou nós, se assim for acordado.
- E a segurança, os dados pessoais e a rastreabilidade?
- São definidas como parte do escopo: quem acessa o quê, o que fica registrado, como os dados pessoais são protegidos e quais decisões uma pessoa aprova.
Comece pelo problema
Conte qual parte da operação está custando mais do que deveria. Na primeira conversa, sem custo, avaliamos se convém configurar, usar um produto ou construir, e o que a empresa receberia em cada caso.
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