Ir para produção
Liberar uma mudança não deveria dar medo. Nem deixar a segurança de fora.
O sistema da empresa na nuvem, nos próprios servidores ou nos dois, com liberações que podem ser revertidas, a segurança revisada a cada mudança, custos que se entendem e um rastro de tudo. Para operações que não podem parar.
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Confiam em nós organizações onde continuidade e segurança não se negociam
- BanCoppel
- Zurich
- Allianz
- GNP Seguros
- MetLife
- Costco
- Seguros Multiva
- Aserta
- Bx+
- Veolia
- Truper
- Argos
O problema quase nunca é a nuvem: é como se libera
Os sistemas críticos não caem por falta de servidores: caem no dia da liberação, por uma mudança que ninguém testou igual à produção ou por uma configuração que alguém alterou à mão. E quando a segurança é uma revisão no final, acontecem duas coisas: ou ela trava tudo, ou é ignorada. A saída é a mesma para as duas: um caminho automatizado em que os testes e a segurança acontecem sozinhos, a cada mudança, e só bloqueiam o que é realmente risco.
Código
A mudança, pronta para sair.
ProntoTestes
Verifica-se que tudo funciona.
PassaSegurança
Verifica-se que não abre uma porta.
PassaAprovação
Uma pessoa responsável dá o aval.
AprovadoProdução
A mudança chega aos usuários.
Publicado
Sintomas que a operação da empresa já conhece
“As liberações são de madrugada e com todo mundo conectado.”
Tecnologiacada mudança é um evento de risco; por isso elas se acumulam e ficam maiores e mais arriscadas.
“Ninguém sabe exatamente o que está em produção.”
Configurações feitas à mão e ambientes que não se parecem entre si.
Operaçõeso que funcionou nos testes falha em produção.
“O auditor pede evidências e levamos semanas.”
Complianceapontamentos que se repetem todo ano.
“Há senhas escritas em arquivos de configuração.”
Tecnologiaum backup ou um repositório vazado basta para expô-las.
“Usamos bibliotecas que ninguém revisa.”
Tecnologiauma vulnerabilidade pública em uma dependência chega à produção sem que ninguém saiba.
“A conta da nuvem sobe e ninguém sabe por quê.”
Finançasum custo que cresce sem que o negócio cresça.
“Segurança e desenvolvimento se atrapalham.”
Diretoria-geralliberações paradas por revisões manuais.
“Se o nosso especialista sair, a operação fica em risco.”
Diretoria-geraldependência crítica de uma pessoa-chave.
“Ficamos sabendo da falha pelo cliente.”
Diretoria Digitalsem alertas antes que o usuário perceba.
Por que agora?
Cada novo canal digital multiplica as liberações. Se hoje a empresa libera uma vez por mês com medo, com o dobro de canais não vai liberar o dobro: vai liberar com o dobro de medo, e com o dobro de portas para um risco de segurança.
O que oferecemos
Um caminho de liberação implementado do zero.
Cada mudança sai pelo mesmo caminho automatizado, com testes e análise de segurança antes de chegar à produção, e com reversão acordada; com a ferramenta que a equipe da empresa já usa: GitHub Actions, GitLab CI, Jenkins, Azure DevOps ou os serviços da AWS (CodePipeline, CodeBuild).Revisão automática de segurança a cada mudança:
qualidade do código, vulnerabilidades do código próprio, das dependências e das imagens de contêineres, antes de chegar à produção.Regras que bloqueiam só o que é grave:
o crítico não passa; o menor é registrado e tratado sem travar.Senhas e chaves protegidas:
fora do código e dos arquivos, com acesso por perfil e rotação.Ambientes parecidos entre si:
testes, homologação e produção descritos como código —Terraform para a infraestrutura e Ansible para a configuração dos servidores—: o que foi testado é o que se libera.Na nuvem, nos servidores da empresa ou nos dois.
Soluções nativas na AWS, no Azure e no Google Cloud —serverless, 100 % como serviço ou sobre Kubernetes—, ou no data center da empresa; projetamos considerando as obrigações regulatórias, as políticas e o custo da empresa, não vendemos uma nuvem. A execução fica a cargo de arquitetos formados na nuvem da AWS que já a operaram nos setores bancário e de seguros.O sistema da empresa onde ele já roda, sem migrações forçadas.
Nós o integramos, o liberamos e, se precisar, o operamos onde está —WebLogic, WebSphere, JBoss ou Tomcat, sobre Red Hat Enterprise Linux ou Ubuntu—, sem exigir uma migração arriscada para começar.Resiliência e portabilidade:
o sistema da empresa empacotado para operar igual em qualquer ambiente e se recuperar sozinho das falhas comuns (contêineres e orquestração).Ver antes do cliente:
telemetria —métricas, logs, traces e alertas— para detectar e tratar os sinais de uma falha antes que afetem mais usuários.Proteção da entrada:
certificados, firewalls de aplicação e hardening de servidores e contêineres.Custos que se explicam:
o que cada serviço consome e quanto, para decidir com números.Transferência de conhecimento:
documentação e capacitação para que a equipe da empresa opere o que construímos sem depender de nós.
Para a equipe de tecnologia da empresa: Kubernetes (também nos servidores da empresa, com Rancher), contêineres, Terraform e Ansible, mensageria por eventos, telemetria, análise estática de código e de dependências, varredura de imagens, gestão de segredos; na AWS, no Azure, no Google Cloud ou no data center da empresa. Nossa equipe já operou segurança de perímetro com F5 BIG-IP e Imperva.
O que a área de Compliance da empresa recebe
Cada liberação registra quem a aprovou, o que foi revisado e o que saiu; os acessos ficam por perfil e com log; as vulnerabilidades encontradas, com a decisão da empresa. Evidência consultável, sem precisar procurá-la em e-mails.
Como trabalhamos
Primeiro medimos como a empresa libera hoje: quanto tempo leva, quantas vezes falha, o que é feito à mão e o que o processo de segurança da empresa revisa. Depois automatizamos um sistema de cada vez, começando pelo que mais dói, com a operação em andamento e reversão acordada.
O que já fizemos
Uma seguradora global, sobre Kubernetes na própria infraestrutura
, com segurança integrada, dentro de um setor regulado.Um caminho único de liberação para toda uma plataforma:
mais de trinta serviços saem pelo mesmo processo, com qualidade de código, varredura de vulnerabilidades e segredos em cada imagem (incluindo as dependências) e testes antes de cada liberação; o crítico não passa.A abertura digital de contas de um banco
, com funções na nuvem expostas como API, bancos de dados gerenciados e conexões privadas com o data center.O ambiente de testes de um e-commerce, replicado com exatidão
para que o que funciona nos testes funcione igual em produção.Auditoria de TI para a certificação de um banco:
verificação do sistema central e do sistema de prevenção à lavagem de dinheiro.
Desde 2019 montamos caminhos corporativos até a produção, com testes e rastreabilidade, na infraestrutura do cliente.
O diagnóstico
Entregável de entrada — Mapa do caminho até a produção:
gargalos e riscos da passagem para produção, o que o processo de segurança revisa e por onde começar. Participam o líder de tecnologia da empresa e quem libera hoje.
Diagnóstico aprofundado, com escopo acordado:
mapa de ambientes, riscos de liberação e de segurança, evidência faltante, custo e um roteiro por etapas.
Perguntas frequentes
- Somos obrigados a ir para a nuvem?
- Não. Projetamos na nuvem, nos servidores da empresa ou nos dois, conforme a regulamentação e o custo.
- É preciso parar a operação?
- Não. Por etapas e com reversão acordada.
- Isso trava a minha equipe?
- Não: a revisão é automática e só bloqueia o que é grave.
- Serve para a auditoria?
- Cada liberação deixa evidência consultável que facilita a revisão da área de Compliance da empresa e do auditor.
- Precisamos mudar as nossas ferramentas?
- Não necessariamente: começamos pelas que a empresa já usa.
- Quem opera depois?
- A equipe da empresa, com a documentação; ou nós, se assim for acordado.
Comece por saber o que acontece no dia em que a empresa libera
Vamos escolher juntos um sistema prioritário: na primeira conversa, sem custo, revisamos como a empresa libera hoje e ela sai com o mapa dos riscos, dos controles e da próxima decisão.
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Se o que há para lançar é um produto ou uma tarifa, não é preciso outro caminho até a produção: a Retícula é entregue operada pela Hábil.
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