Integração e APIs
Os sistemas da empresa funcionam. O que se perde está entre eles.
Core, ERP, canais digitais, parceiros comerciais, pagamentos e SAT: a camada que os conecta, com cada operação confirmada e rastreável, e a possibilidade de trocar um deles com o menor impacto possível nos demais.
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Confiam em nós organizações onde continuidade e segurança não se negociam
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Uma integração que falha não avisa: deixa um buraco que alguém preenche à mão
Um pagamento que saiu do canal e não chegou à contabilidade. Uma apólice emitida que o CRM não conhece. Um parceiro que não consegue cobrar a partir do sistema da empresa e manda um arquivo por e-mail. Cada sistema diz que está tudo bem, e a diferença é absorvida pela equipe da empresa, com planilhas, no fechamento. Quando as conexões crescem sem um mapa, o trabalho manual passa a fazer parte da operação.
Loja online
Um cliente de exemplo escreve pela loja.
RecebidoMensagens
O mesmo cliente escreve depois por mensagem.
ReconhecidoTelefone
Mais tarde, o cliente liga.
VinculadoUma só visão
Os três contatos ficam em uma conversa.
Unificada
Sintomas que a operação da empresa já conhece
“Cada sistema fecha sozinho; juntos, não.”
O que diz o core, o que o ERP registrou e o que o banco cobrou não coincidem, e a conciliação é feita à mão.
Finançasfechamentos reabertos e diferenças que ninguém consegue explicar.
“Se trocarmos esse sistema, todo o resto cai.”
As conexões vivem dentro de cada sistema e ninguém sabe quantas existem.
Diretoria de TIa substituição do ERP ou do core é adiada ano após ano.
“Só uma pessoa sabe como tudo se conecta.”
O conhecimento das interfaces está na cabeça de poucos e em nenhum documento.
Diretoria de TIcada saída de pessoal é um risco operacional.
“Nossos parceiros não conseguem se conectar.”
Bancos, lojas, corretores ou distribuidores que querem vender ou cobrar a partir do sistema da empresa recebem arquivos por e-mail.
Comercialcanais que crescem mais devagar do que poderiam.
“Não sabemos se aquela operação chegou.”
Um envio sem confirmação é refeito à mão ou duplicado.
Operaçõescobranças em duplicidade, apólices sem registro e reclamações de clientes.
Por que agora?
O SAT recebe cada comprovante fiscal antes mesmo de ele existir e fiscaliza cada vez mais on-line; quando a cobrança, o CFDI e a contabilidade não coincidem, o esclarecimento custa tempo e evidência. Os bancos têm até 14 de dezembro de 2026 para padronizar as transferências móveis solicitadas pelo Banxico. E os agentes de IA que a empresa quer usar só servem se encontrarem os dados conectados. Tudo isso passa pela mesma camada.
O que oferecemos
Trocar um sistema com o menor impacto possível nos demais.
Quando a empresa substitui o ERP ou o core, projetamos a convivência por etapas: os canais e a operação continuam alimentando o sistema certo, com a confirmação de cada envio. A migração é feita por trechos, não de uma só vez em um fim de semana.Cada envio com a resposta e o motivo.
Cada operação entre sistemas fica registrada com a resposta, o horário e o motivo, se falhou. As exceções ficam à vista da equipe da empresa, em vez de aparecerem no fechamento ou em uma reclamação.O core da empresa conectado a tudo o que o cerca.
Cores de seguros —Acsel/X, SIVI, SABE, SIS/SISnet, Guidewire, Duck Creek ou outro— e cores bancários —Temenos, FLEXCUBE, Bantotal ou outro— com o CRM da empresa, o ERP, os canais e os parceiros, pelas interfaces que eles já expõem: o conjunto de serviços SOAP do Guidewire, os serviços e as tabelas do SIVI, do SABE ou do SIS/SISnet, ou o que o core da empresa oferecer. Se o sistema roda em IBM i (AS/400), os programas RPG dele viram serviços que os canais e parceiros podem chamar, sem reescrevê-los. E se os sistemas rodam sobre Oracle —Siebel, E-Business Suite, Acsel/X, SIS/SISnet ou outro—, nos conectamos pelos procedimentos armazenados ou por tabelas de intercâmbio, sem mexer na lógica nem nas telas, mesmo que sejam aplicações desktop de vinte anos atrás. Quando a política permitir, as consultas às tabelas do core viram serviços REST somente leitura, com permissões e registro de cada chamada. E se a integração vive na família WebSphere da IBM —servidor de aplicações, MQ, ESB ou Business Integration—, nós a conhecemos por dentro: trabalhamos com ela há mais de vinte anos. Os dados, onde estiverem: Oracle, DB2 (também no IBM i), Informix, SQL Server, PostgreSQL, MySQL, MariaDB, MongoDB ou outro. E os documentos, no sistema de gestão de documentos —Alfresco, SharePoint ou outro—, ligados à operação que os originou.O ERP da empresa pelas interfaces padrão.
SAP (S/4HANA, Business One), Oracle, Microsoft Dynamics 365, Odoo, CONTPAQi ou outro: priorizamos as interfaces que o próprio fabricante suporta —no SAP, por exemplo, JCo, OData, IDoc ou REST—, para não deixar desenvolvimentos sob medida que atrapalhem as atualizações. Se alguma extensão for inevitável, avisamos no diagnóstico.APIs para os parceiros da empresa.
Bancos, lojas, corretores e distribuidores cotam, emitem ou cobram a partir do próprio sistema, com a identidade da empresa, as permissões e o próprio rastro, em REST ou GraphQL conforme a necessidade de quem consome.Uma porta de entrada única para as APIs da empresa.
Identidade, permissões e registro de cada chamada em um único ponto, com o gateway que for mais adequado —Apigee, Azure API Management, Amazon API Gateway, Kong, WSO2, APISIX ou outro—, sem colocar ali regras de negócio que depois ninguém consiga testar. Por trás podem ficar os serviços de sempre da empresa ou funções na nuvem que só cobram quando são usadas.Eventos entre sistemas, sem efeitos duplicados.
Quando um sistema precisa saber o que aconteceu em outro, ele é avisado por filas ou eventos —IBM MQ, Kafka, RabbitMQ, ActiveMQ ou outro—. Um aviso pode chegar duas vezes; o projeto faz com que a operação impacte o negócio e a contabilidade uma única vez.Cobrança, faturamento e SAT no mesmo fluxo.
Gateways de pagamento e bancos, conciliação de cada cobrança, CFDI com o complemento de pagamento e cancelamentos, orquestrados para o provedor de timbrado.Os dados pessoais, protegidos no caminho.
Eles trafegam criptografados entre os sistemas, saem mascarados nos logs e cada sistema recebe somente o que precisa. As regras são definidas com a equipe da empresa, de acordo com as políticas.Sair do barramento legado da empresa sem desligá-lo de uma vez.
Se as integrações da empresa vivem em WebSphere ESB, IBM Integration Bus, MuleSoft, WSO2 ou em processos de Pentaho que ninguém mais quer tocar, nós as conhecemos porque as construímos durante anos. Mantemos essas integrações no ar enquanto as migramos, trecho por trecho, para uma camada que a equipe da empresa consiga operar e alterar.
Cotação, venda, cobrança e fatura em uma só base, conectada ao sistema central e ao ERP?
Conhecer a RetículaSe a dor é fiscal: os CFDI recebidos, em um só lugar.
Conhecer o CuadreE se a empresa quer que a IA trabalhe com os sistemas: é essa mesma camada que dá à IA acesso aos dados da empresa, com as permissões e o rastro que o regulador exige.
Hábil AIO que a área de Compliance da empresa recebe
Cada operação entre sistemas fica registrada com a resposta, o horário e o motivo, se falhou; os acessos de parceiros e sistemas, por credencial e com log; os dados pessoais, mascarados nos logs. Evidência consultável para o auditor da empresa, sem precisar procurá-la em e-mails.
Como trabalhamos
Por etapas e com a operação em andamento. Primeiro medimos quais conexões existem e quais falham sem avisar; depois substituímos uma de cada vez, mantendo a anterior no ar até que a nova demonstre que fecha. Na infraestrutura da empresa ou na nuvem, conforme a regulação; e quando as duas convivem, conectadas por links privados que não passam pela internet, projetadas por arquitetos formados na nuvem da AWS que já a operaram em bancos e seguradoras. A área de Compliance da empresa recebe a evidência técnica de que precisa para o regulador.
O que já fizemos
Do core ao ERP contábil, enquanto o ERP mudava.
Uma seguradora global substituiu o ERP financeiro; a camada que construímos manteve a operação dela alimentando-o —contas a receber e a pagar, razão geral, pagamentos, cancelamentos e taxas de câmbio— com a confirmação do ERP para cada envio.Dois sistemas centrais sincronizados sem digitação dupla
, sobre o barramento de integração da seguradora.Parceiros e corretores cobrando a partir dos próprios canais
: serviços para terceiros e um gateway de cobrança on-line com roteamento para dois bancos.Câmbio e remessas com o preço combinado no momento
: o middleware entre o sistema comercial de uma financeira e a compra de moeda, com a taxa de câmbio on-line.O core conectado ao CRM comercial
, para que as vendas enxergassem o que a operação emitia.Cobrança por débito automático, conciliada
com o processador de pagamentos, remessa por remessa.A abertura digital de contas de um banco
, com funções na nuvem expostas como API atrás do gateway da nuvem, bancos de dados gerenciados na nuvem e conexões privadas —sem passar pela internet— entre a nuvem e o data center.- Ver o caso
Intelyvale
— acesso único com a identidade corporativa do cliente no portal de vales empresariais, em pouco mais de três meses.
Integramos sistemas empresariais desde 2012: conhecemos a convivência com plataformas legadas e a evolução rumo a APIs e eventos.
O diagnóstico, em dois níveis
Primeira conversa, sem custo.
O mapa das conexões entre os sistemas da empresa e os três pontos onde provavelmente se perde dinheiro, tempo ou rastro.
Diagnóstico aprofundado, com escopo acordado.
Quais divergências estão ativas, qual risco fiscal tratar primeiro e um roteiro por etapas.
Quem revisa o diagnóstico da empresa: Trabalhamos com poucos clientes por vez: quem revisa o diagnóstico da empresa acompanha o projeto até o fim.
Perguntas frequentes
- Precisamos trocar os nossos sistemas?
- Não. Trabalhamos na camada que os conecta, pelas interfaces que eles já expõem.
- Usam uma plataforma de integração comercial ou constroem a camada?
- Depende de onde ela precisa rodar e de quem a opera. Uma plataforma na nuvem de um fornecedor acelera as conexões entre aplicações na nuvem; uma camada na própria infraestrutura dá controle sobre os dados que o regulador acompanha. Comparamos custo de operação, dependência do fornecedor e obrigações perante terceiros, e recomendamos uma das opções antes de começar.
- O que o regulador exige quando um terceiro acessa os nossos dados?
- Varia conforme a entidade, o serviço, os dados e o local onde são processados, e quem determina é o Compliance da empresa e o Jurídico. Nós preparamos a evidência técnica que esses avisos, autorizações ou dossiês exigem.
- Conseguem se conectar ao nosso ERP ou core, mesmo que seja antigo?
- Sim: praticamente com tudo o que tiver uma porta. Pelas interfaces que o fabricante suporta (serviços, conectores nativos); por arquivos ou filas; ou pelo banco de dados, com tabelas de intercâmbio ou procedimentos armazenados combinados com a equipe da empresa, nunca gravando às cegas nas tabelas dele. Escolhemos juntos no diagnóstico.
Comece por saber o que se perde entre os sistemas da empresa
Escreva para nós pelo WhatsApp. Na primeira conversa, identificamos onde dinheiro, tempo ou rastro estão escapando entre os sistemas da empresa.
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